—Você ficou tão... matando ela assim — murmurei, aproximando-me dele. Um sorriso involuntário escapava dos meus lábios, aquela mistura de adrenalina e o alívio de ver o homem que eu amo retomando o controle de tudo.
Diego guardou a arma na cintura e me olhou de cima a baixo, tentando manter a pose de chefe, mas o canto da boca dele o traiu.
— Não é hora pra isso, Ive! — ele riu baixo, balançando a cabeça. — A gente acabou de despachar o problema e você já vem com essa?
— Diego... — chamei, num