Enquanto o cara era imobilizado pelos homens de Diego, ele me pegou pelo braço, puxando-me para fora. Olhei para Oto, que negou com a cabeça, e eu me soltei da mão de Diego.
— Sim? — perguntei, cruzando os braços.
— Que porra tu pensa da tua vida? — Diego perguntou, puto.
— O que tu veio fazer aqui, desgraça? — Oto gritou do outro lado.
— Sim, estão montando um complô contra mim agora, é?
— Não interessa! Tu estava se insinuando para aquele homem, eu vi — Diego disparou.
— E ainda arrasta a Yas