O som do pagode que ecoava no quintal da Baronesa parecia martelar na minha têmpora. Eu mantinha o copo na mão, a postura ereta e o rosto neutro, mas por dentro eu era um campo de minas prestes a explodir.
Diego não desviava o olhar. Eu sentia os olhos dele queimando a minha nuca, me procurando, me testando. Mas eu decidi que o jogo dele tinha acabado ali. Passei a ignorar cada investida visual, cada tentativa de conexão. Para mim, ele agora era apenas parte da mobília.
Dante, sentindo o peso d