Eu olhei para a Jhully, esperando um sinal, uma faísca de compaixão, qualquer coisa que lembrasse a mulher que chamava a Ive de "minha pequena" lá no morro. Mas o que eu vi foi um muro.
— Isso não é problema meu, Verônica — a voz dela veio fria, cortante, sem um pingo de hesitação. — A Ive escolheu o lado dela quando nasceu naquela família. Eu estou aqui, atrás das grades, por causa do sangue dela. Se ela vai casar, se ela está triste... isso é conta da vida dela. Eu tenho os meus próprios demô