Voltei com aquele sorriso malicioso na cara e vi ele lá, sentado na parte mais escura do camarote. Então segui até ele e sentei no colo dele.
— Eu tenho um presentinho pra você, amor! — digo baixando no ouvido dele.
— O quê? — ele perguntou.
Peguei a mão dele e coloquei entre os seios. Ele tirou a calcinha de lá, uma calcinha branca de renda. Ele a amassou na mão, levou até o nariz, cheirou e me deu uma olhada escura. Então peguei a mão dele e levei até minha intimidade, e ele passou o dedo de