Eu saí do quarto da Ive sentindo meu peito arder. Beijei a testa dela, que continuava fria, e sussurrei no seu ouvido: "Eu venho te ver todo dia, amiga. Eu não vou te soltar." Ela nem piscou.
Entrei no meu carro e, antes que o juízo voltasse, eu já estava subindo a ladeira do morro. Eu não queria saber de fuzil, de hierarquia ou de perigo. Eu queria olhar na cara do homem que destruiu a luz da minha melhor amiga.
Parei o carro na entrada principal, onde o movimento da contenção estava tenso. JP