— Não... não, não, não! — O grito saiu abafado, sufocado pela minha própria mão.
Eu desabei no chão, o teste escorregando dos meus dedos e batendo no azulejo frio. A dor da bala na minha perna não era nada perto do rasgo que senti no peito.
— Mãe! Deu positivo! — eu solucei, perdendo o controle. — O que eu vou fazer? O que vai ser da minha vida? Ele me odeia, mãe! O Diego atirou em mim e agora eu carrego um filho dele? Está tudo acabado!
Em um surto de desespero, comecei a bater com as mãos no