Ponto de vista: Elora
O sono me alcançou como uma onda morna, mas algo nele era diferente. Não havia paz, nem esquecimento. Havia chamado.
Fui sugada para um lugar onde o tempo não existia — uma clareira banhada por uma luz pálida, prateada, como luar sobre neve. As árvores eram negras e retorcidas, mas o ar não era hostil. Era... sagrado.
E então, ela surgiu.
Velora.
Alta, esguia, com cabelos longos como seda negra e olhos que brilhavam como estrelas opacas. Seu rosto era meu reflexo mais madu