A noite de quinta caiu com um ar mais leve, mas a mente de Elize ainda rodava em círculos.
Depois de se livrar das amarras do passado nos braços de Henrique, ela sentia como se tivesse sobrevivido a um terremoto — e agora andava por entre os escombros.
Mais leve, sim. Mas ciente de que ainda havia muito a reconstruir.
Quando chegou em casa, deixou a bolsa no sofá e foi direto para o quarto. Deitou-se por um minuto, só para escutar o silêncio.
O celular ainda estava em sua mão, e antes que a