A tarde seguia leve.
A luz do entardecer acariciava os rostos enquanto o grupo deixava o restaurante com risos e estômagos satisfeitos.
Rodrigo ainda se recuperava de uma gargalhada, Arthur gesticulava entusiasmado relembrando a cena de um documentário jurídico, e Henrique — sempre com aquela postura de atleta fora de campo — ouvia tudo com aquele meio sorriso de quem estava exatamente onde queria estar.
Elize caminhava entre eles, passos tranquilos, alma leve.
— Droga! — ela parou subitame