Elize atravessou o pátio da faculdade como quem carrega o mundo nas costas — e mais umas três dúvidas existenciais no bolso.
Sentou no banco de sempre, largando a mochila com um suspiro tão dramático que até a grama sentiu.
Lúcia e Bianca vieram logo atrás, carregando café, caderno e aquele radar emocional de amiga que detecta “vibe errada” a quilômetros.
— Que cara é essa, mulher? — Lúcia perguntou, largando o copo na mesa como se fosse a terapeuta oficial da república das abandonadas.
Bianca