— Precisamos ser cuidadosos hoje — disse Arthur, direto. — Ele não vai nos entregar nada se achar que estamos cavando.
Henrique assentiu, apoiado no braço do sofá. Os olhos fixos em ponto algum da parede. Pensava mais do que falava.
— Concordo. Mas também não podemos parecer... passivos demais. Ele conhece a gente. Vai saber que tem alguma coisa fora do lugar se formos pro jantar de queixo baixo.
Arthur cruzou os braços, pensativo.
— O que a gente já tem? De verdade. — enumerou com os dedos