A mesa estava posta com simplicidade, mas tudo ali exalava intenção.
Dois pratos fundos com massa fresca mergulhada em um molho cremoso de cogumelos, taças de vinho tinto que refletiam a luz baixa da luminária, e no centro, uma vela solitária — ideia do Henrique, que tentou disfarçar com uma piada.
— Isso aqui tá bonito demais pra ser só um jantar, hein — Elize comentou, sentando-se com um sorriso de canto. — Já comecei a desconfiar.
Henrique sorriu e sentou à frente dela. Observava-a com