Henrique apenas soltou um suspiro, mas o canto dos lábios ainda denunciava o humor excelente. Rodrigo arregalou os olhos, deu dois passos pra dentro e apontou o dedo:
— Aconteceu! Eu sabia! MEU DEUS, ACONTECEU!
Henrique revirou os olhos e foi até a cafeteira com toda a calma do mundo.
— Fecha a porta, Rodrigo.
— Não acredito que você vai me deixar na curiosidade. Isso é crueldade.
— Isso é protocolo. Vai trabalhar.
Enquanto os dois se provocavam na sala, do outro lado do escritório,