O quarto ainda estava aquecido pelo que tinha acabado de acontecer, e mesmo assim, Elize sentia calafrios leves toda vez que Henrique encostava a ponta dos dedos nela.
Eles estavam deitados, um dos braços dele servindo de travesseiro para ela, o outro percorrendo as costas dela com carinho preguiçoso.
Henrique olhava para o teto, depois para ela, como se quisesse guardar cada segundo daquela noite nos olhos.
Elize, deitada de lado, com a cabeça no peito dele, suspirava em silêncio.
— Voc