O sábado passou num piscar de olhos. Entre risadas, pão quentinho, cochilos na rede e conversas que se estendiam pela varanda, Elize quase esqueceu das responsabilidades e dos fantasmas que ainda insistiam em rondar seus pensamentos. Por algumas horas, foi fácil fingir que tudo estava no lugar.
Mas o tempo nunca para, e quando o domingo amanheceu, silencioso e dourado, ela já estava de pé.
Gael dormia com os braços soltos sobre o travesseiro, os cílios compridos descansando sobre as bochechas