(Emily)
A luz da manhã filtrava-se suavemente pelas cortinas do estúdio, desenhando formas abstratas no chão de madeira. Eu observava essas formas com um olhar distante, tentando encontrar nas sombras a direção que meu coração deveria seguir. Cada dia parecia me empurrar para mais perto de uma decisão, como se o universo exigisse que eu enfim escolhesse entre o passado que nunca me abandonou e o presente que tentava desesperadamente florescer.
Dylan vinha tentando. Com gestos pequenos, palavras