O prédio estava silencioso quando Thomas ajudou Sofia a sair do carro.
Ela se apoiava nele sem perceber, os passos lentos, o corpo pesado pelo cansaço e pelo álcool. No elevador, encostou a testa no espelho e fechou os olhos.
— Qual é a senha? — ele perguntou baixo, já diante da porta.
Sofia abriu um olho só.
— Você sabe… — murmurou, sonolenta. — Sempre soube.
Thomas digitou a senha.
A porta se abriu.
A data do pedido de namoro.
O ar pareceu faltar por um segundo.
Porque Sofia