A luz suave da manhã atravessava as cortinas da cobertura, desenhando sombras delicadas pelo quarto ainda silencioso. O ar carregava aquele calor diferente, íntimo, que ficava depois de uma noite que não deveria ter acontecido… mas aconteceu.
Laís abriu os olhos devagar.
Por um segundo, não se moveu.
Só sentiu.
O silêncio.
A respiração ao lado dela.
O peso leve do braço de Heitor repousando próximo ao corpo dela.
Virou o rosto.
E o viu.
Dormindo.
Tranquilo.
Sem defesas.