Heitor encarava o celular sobre a mesa, o nome de Lais ainda ali, a um simples toque de distância. Os dedos chegaram a se mover, quase instintivamente, mas pararam antes mesmo de completar o gesto. Ele recostou-se na cadeira, passando a mão pelo rosto em um suspiro contido. Não era falta de vontade — muito pelo contrário —, mas, pela primeira vez em muito tempo, decidiu se conter. Se Lais quisesse, ela o procuraria. E, por mais incômodo que fosse, ele precisava respeitar o tempo dela.
Na Mo