Capítulo 263

SALA DE ESPERA

O hospital cheirava a álcool, desinfetante e silêncio pesado.

José estava em pé, depois sentado, depois em pé de novo — repetindo o mesmo ciclo desde que chegara.

Não havia relógio que contasse aquele tempo.

Só o coração batendo errado.

A porta automática se abriu e uma residente — jaleco claro, crachá balançando — se aproximou, procurando alguém com o olhar.

— O senhor é o responsável pela paciente Márcia Mello? — ela perguntou.

José demorou um segundo para responder.

Um segundo
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