A MANHÃ QUE COMEÇA DIFERENTE
O apartamento estava silencioso quando a luz invadiu pelas cortinas.
Eloise dormia profundamente — um sono pesado, daqueles que o corpo pega por necessidade, não por descanso.
Augusto acordou primeiro.
Não rápido. Não alarmado.
Apenas… acordou.
Olhou para ela.
Os cabelos espalhados no travesseiro. A respiração tranquila. Uma mão ainda segurando o tecido da camiseta dele — como se tivesse dormido certinha ali, colada nele, sem perceber.
O peito dele a