O quarto do hospital era tão grande que parecia uma suíte de hotel. Mas, ainda assim, as paredes brancas pareciam se fechar sobre mim a cada passo que eu dava, de um lado para o outro, em um ritmo frenético que não conseguia acalmar meu coração. Lorenzo ainda estava no centro cirúrgico. A cada minuto que passava, o peso da culpa e do medo aumentava.
Como ele reagiria quando acordasse?
Eu precisava de um plano. Precisava desmascarar a Beatrice antes que ela terminasse de destruir o que restava