— Senhoras e senhores, a mulher do ano! — ele anunciou, em tom de brincadeira, mas segurava uma garrafa de champanhe. Aquele sujeito irritante ainda tinha duas taças altas nas mãos e o maior sorriso que eu já vira.
Passei direto por ele. Sem uma palavra. Sem sequer olhar.
O sorriso dele não se apagou — raramente se apagava. Só quando ameaçava a minha vida.
— Espera, para onde você…? Ahhhh, você está brava. Foi o quê? Ficou com medo? Foi a arma? Eles sempre têm armas… — ele continuava tagarelan