O sol ainda estava baixo no céu de Genebra quando o primeiro cálice de lágrimas escorreu pelo rosto de Isabelle. A mansão, de corredores outrora tão cheios de vozes e risos, encontrava-se em silêncio reverente. No salão principal, ela vestia um tailleur discreto em azul-marinho — a cor que ele mais gostava de vê-la —, e apoiava-se no braço da governanta Claire, que lhe oferecia um lenço de linho. Ao redor, Amélie organizava as flores brancas que adornariam o caixão, enquanto Lídia dispunha vela