Na manhã seguinte, enquanto as ruas de Genebra ainda se vestiam de neblina prateada, as emissoras de televisão e os grandes portais de notícia foram invadidos por uma manchete impossível: “Morre aos 39 anos o empresário Matteo Eisenberg”. O locutor, com voz embargada, interrompeu a programação habitual para dar a notícia ao país — e ao mundo — de que o homem que transformara o mercado de energia renovável e dedicara sua fortuna a projetos filantrópicos deixara a vida de forma súbita, vítima de