O som do riso de Catherine preenchia o ar, límpido e contagiante, enquanto o balanço ia e vinha sob o céu de primavera. Isabelle, de pé atrás da filha, mantinha as mãos nas cordas do brinquedo, tentando acompanhar o compasso daquela alegria inocente. Mas seu corpo parecia incapaz de sustentar o movimento. Os músculos estavam tensos, os dedos trêmulos, e o coração batia com força suficiente para ecoar nos ouvidos.
O mundo parecia o mesmo: o parque cercado de árvores floridas, o cheiro adocicado