A brisa de Paris era leve naquela manhã em que Matteo e Isabelle desembarcaram, com os olhos brilhando como se o mundo tivesse parado só para eles. O céu nublado emprestava um charme sereno à cidade, e o vento, que soprava entre os prédios antigos, parecia celebrar o início daquela lua-de-mel que prometia mais do que viagens — prometia cura.
Abraçada ao braço de Matteo, Isabelle sentia o coração acelerar toda vez que vislumbrava, ao longe, a silhueta imponente da Torre Eiffel. Ele sorria para e