No imenso salão de seu palácio em Taormina, Dominico estava sozinho. As janelas imensas estavam cobertas por cortinas de linho espesso, filtrando a luz dourada do entardecer siciliano. O ambiente, normalmente vibrante com ecos de passos e ordens secas, estava em silêncio absoluto. O único som era o leve chiado do telão que ocupava metade da parede de mármore branco, transmitindo, em alta definição e em tempo real, o casamento de Matteo Eisenberg e Isabelle Marchand.
Ele não queria assistir. Não