Dominico caminhava de um lado para o outro no quarto luxuoso do hotel cinco estrelas em Genebra, como um leão enjaulado. Seu rosto estava sombrio, a barba cerrada desenhava traços ainda mais duros em seu semblante. Desde que soubera da internação de Isabelle, não conseguia descansar. A notícia o atingiu como uma facada no peito: ela havia sido hospitalizada às pressas, entre a vida e a morte. Ninguém sabia exatamente o que havia acontecido, mas ele sabia… Sentia.
A culpa o esmagava. O gosto doc