O silêncio naquela sala era ensurdecedor. Isabelle continuava deitada no chão, com o vestido parcialmente enrolado ao corpo, a pele ainda quente e trêmula, como se tentasse negar o que havia acontecido ali.
Mas havia provas demais.
Seu corpo molhado.
Seus músculos exaustos.
Seus lábios feridos de tanto beijar.
E principalmente, a dor nos olhos.
Ela se ergueu com esforço, os cabelos desgrenhados cobrindo parte do rosto. Os joelhos vacilaram, e ela precisou apoiar-se na parede para conseguir leva