O sol da manhã atravessava as cortinas da suíte principal com timidez.
Isabelle despertou lentamente, com os olhos pesados, o corpo moído pela exaustão emocional. A cama era grande demais. O quarto era silencioso demais. E o mundo, lá fora, seguia como se nada tivesse mudado.
Mas tudo havia mudado.
Ela passou a mão sobre o travesseiro ao lado. Estava vazio, como de costume. Claude não dormia ali. Nunca dormia. Voltava tarde ou não voltava. Quando voltava, cheirava a bebida. E quando tocava nela