A noite seguinte também estava calma, e o silêncio na mansão só era quebrado pelas teclas suaves do piano sendo tocadas com delicadeza pelas mãos de Isabelle. A melodia era doce, mas seus olhos estavam cansados, e seu semblante, pálido. Matteo, sentado no sofá, observava-a com admiração. Ele gostava desses momentos: vê-la ali, entregue à música, vestida com um robe de seda clara, os cabelos soltos e os pés descalços sobre o tapete. Parecia uma pintura viva, uma preciosidade que ele jamais deixa