A porta da mansão se fechou em silêncio às costas de Dominico. O ar da madrugada estava pesado, mas dentro dele havia um alívio denso, quase palpável. O sangue em suas veias já não fervia — pelo menos por enquanto. Cada passo que dava pelos corredores silenciosos da casa o conduzia de volta ao único lugar onde se sentia humano: o quarto de Isabelle.
Ele abriu a porta devagar.
A penumbra do cômodo era recortada apenas pela luz suave do abajur aceso ao lado da cama. E lá estava ela. Isabelle. Dor