Dois anos haviam se passado desde o funeral de seus pais. Isabelle, agora com vinte e oito anos, se via prisioneira em um casamento que só lhe oferecia frio, solidão e noites onde o prazer jamais teve lugar. O que deveria ser uma união de amor e cumplicidade, para ela, se transformara em uma sucessão de episódios traumáticos, marcados por sexo forçado, ausente de qualquer cuidado ou reciprocidade. Tudo que ela sabia sobre o amor físico vinha de Claude — e era um retrato pavoroso.
Durante esses