O velório de Claude Lefevre não causou comoção. Foi discreto, quase vazio, com poucos rostos conhecidos e muitos olhares curiosos. Diferente do funeral dos pais de Isabelle, que fora uma verdadeira comoção nacional, com câmeras, homenagens e manchetes. Claude não deixara saudades — nem para a alta sociedade, nem para sua própria esposa.
Isabelle, vestida de preto, parecia uma estátua de mármore. A dor que carregava agora era outra. Não era luto pelo marido — era a confusão de emoções que tomava