Dominico permaneceu imóvel por alguns segundos após ouvir as palavras de Lizandra. Seus olhos negros, profundos como um abismo, fixaram-se nela de um jeito que fez a sala parecer menor, sufocante. O ar estava pesado, carregado de algo que não era apenas raiva — era um ciúme primitivo, possessivo, a fúria de um homem que sabia que seu território fora invadido.
Quando finalmente falou, sua voz saiu baixa, grave, mas tão cortante quanto uma lâmina recém-afiada.
— Lave a boca antes de falar o nome