Depois do jantar, Isabelle levou Catherine para o quarto. Cantou baixinho até que a respiração suave da filha denunciasse o sono profundo. Depositou um beijo demorado em sua testa e, com passos leves, voltou para a sala.
O ambiente estava tomado por conversas tranquilas, risos contidos e o brilho amarelado das luminárias. O patriarca Farella, recostado na poltrona, abriu um sorriso afetuoso ao vê-la entrar.
— Isabelle, minha querida, nos presenteie com mais uma música. — Sua voz tinha a cadênci