Na manhã seguinte ao emocionante ultrassom, Isabelle despertou com o coração mais leve do que se lembrava. O sol de Genebra ainda desenhava triângulos de luz sobre o lençol de linho quando ela se sentou à beira da cama, os olhos já marejados de antecipação. Com a respiração contida, pegou o celular e discou o número de Sophie. Cada toque no visor era uma promessa de compartilhar não apenas notícias, mas um pedaço da própria alma.
— Alô? — atendeu Sophie, ainda entre o sono e o café da manhã.
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