O corpo dela descia em mim como se quisesse me enterrar no fundo de si — e esquecer o mundo ali mesmo.
Mas eu não sou homem de ficar embaixo por muito tempo.
Segurei firme nas coxas dela, os dedos afundando na carne, e levantei.
Com ela ainda encaixada em mim.
Ela riu.
Um riso arfado, viciado, quase desafiando.
— “Tu me carrega como se eu fosse tua arma, Muralha.”
— “Tu é.” — respondi, a voz rouca, suada. — “E hoje eu vou atirar até acabar bala.”
Joguei ela no sofá com um movi