NARRADO POR DIGUINHO
(o tipo que segura o morro até o verdadeiro dono voltar)
Aqui não tem trono.
Tem função.
E enquanto o Muralha tá fora, quem segura esse barraco sou eu.
Não porque eu quero mandar.
Mas porque alguém tem que manter essa porra de pé.
E ele confia em mim pra isso.
Não sou substituto.
Sou contenção.
Sou a sombra armada enquanto o nome dele ecoa no rádio e nos becos.
Me chamam de Diguinho.
Braço direito.
Cão de guarda.
Executor.
Marido da Aziza — que não é flor, é