Ainda deitada na cama, encarei a tela do celular por vários minutos. A mensagem de Milles piscava ali, com o peso de uma decisão que poderia mudar muita coisa. Ele precisava aceitar a proposta de trabalho fora do país — uma chance única — mas Yves, seu filho de apenas três meses, não podia ir com ele.
“É só por um tempo. Eu não confio em deixá-lo com qualquer pessoa. Confio em você.”
Respirei fundo, os dedos hesitando sobre o teclado. Então digitei:
"Pode deixar ele comigo. Vai ficar tudo bem.