Mundo de ficçãoIniciar sessãoA manhã começou mais lenta do que o habitual. O despertador tocou às sete, mas só consegui sair da cama quase meia hora depois. Yves resmungava no berço, chutando o paninho azul como se estivesse protestando contra o novo dia.
— Eu também não tô com vontade de levantar, sabia? — murmurei, com a voz ainda rouca, enquanto o pegava no colo.Ele se acomodou no meu peito com aquele calorzinho de quem não cobra nada, mas exige tudo — e eu deixei. Ficamos ali por alguns minutos, en






