Segunda-feira / Final da manhã — Escritório improvisado de Sophia
O computador exibia três janelas abertas. Duas de mensagens com o jurídico. Uma com o programador de segurança da Stuart & Co. E no centro da mesa, o celular de Luna, com as mensagens anônimas salvas e prontas para análise.
Sophia caminhava de um lado para o outro, os braços cruzados, a mandíbula travada. Luna estava sentada, os olhos nela.
— O IP foi rastreado até a rede da faculdade, certo? — ela perguntou.
— Sim, mas o ace