Cristina chamou a pessoa que cuidava de seus filhos para ajudá-la na noite que sua mãe passou no hospital. Ela e o pai não saíram do lado de Maria em nenhum momento. Ao amanhecer, ouviu a mãe resmungar, demonstrando que acordava:
— Mãe?! Que bom que acordou! — Cristina correu para chamar o pai, que havia ido buscar algo para comer na lanchonete.
Os dois se emocionaram ao ver Maria acordada. A vida deles era mais iluminada com a presença dela. Em menos de duas horas, ela já estava sentada na cama, sem a máscara de oxigênio, podendo falar:
— Desculpem por preocupar vocês dois.
— Querida, não precisa se desculpar. Essas coisas não podemos controlar, e nunca sinto