Algum lugar no sul da Ásia, 04:52 da manhã, hora local
O despertador ainda não tinha tocado, mas eu já estava acordado. Na verdade, nem sabia se cheguei a dormir de verdade. Meus olhos estavam abertos no escuro antes mesmo das 4h da manhã, encarando o teto como se ali pudesse encontrar alguma resposta. O quarto do alojamento estava mergulhado numa penumbra azulada, quebrada apenas pelo brilho fraco do visor digital no criado-mudo. O ventilador girava com seu ruído constante no teto, e os dois