Melina percebeu que algo estava errado no momento em que entrou no prédio onde trabalhava. Havia uma sensação estranha no ar, como se o ambiente estivesse atento demais à sua presença.
No meio da manhã, uma colega se aproximou, visivelmente constrangida.
— Tem um homem perguntando por você na recepção — disse.
Melina sentiu o estômago afundar.
— Ele disse o nome? — perguntou.
— Não — respondeu a colega. — Mas parece insistente.
Melina não foi até a recepção. Ligou imediatamente para Diogo.
— El