Jonas decidiu que ainda havia coisas não vistas naquele apartamento. A sensação de que alguém — ou algo — havia vivido ali deixando rastros discretos era mais forte do que sua pressa em subir até o último andar.
Ajeitou a luz fraca da lanterna improvisada — alimentada por pilhas encontradas em uma gaveta anterior — e seguiu em direção ao banheiro. O espelho estava estilhaçado, como se alguém tivesse dado um murro há muito tempo. Dentro do armário de remédios, entre vidros antigos e um frasco de