Jonas permaneceu ali, imóvel no armário, o corpo comprimido entre as paredes estreitas e o cheiro envelhecido de roupas guardadas havia anos. A cada segundo que passava, o suor escorria mais frio pelas têmporas, grudando a camisa no corpo.
Lá fora, tudo estava em silêncio. Silêncio demais.
Ele se obrigou a contar lentamente, tentando acalmar o coração: um, dois, três... mas ao chegar ao vinte e sete, parou. Um estalo, leve, soou do lado de fora — como uma tábua de assoalho cedendo sob um peso q