Megan ofereceu um leve sorriso à mulher, tentando acalmá-la, antes de continuar.
— Me deixe verificar sua pulsação — disse, colocando os dedos em seu pulso.
Ela mediu o pulso da mulher com cuidado, enquanto Enzo observava em silêncio, sem intervir. A respiração irregular da mulher e o ritmo acelerado de seu coração confirmaram o que Megan temia.
— Tente se acalmar — orientou, com voz suave, mas firme. — Isso pode fazer mal a você e ao bebê.
Megan se levantou, voltando-se para Enzo com determinação.
— Estou aqui, como você queria. Agora, deixe-os ir — exigiu, apontando para a mulher e a criança.
Enzo sorriu, um brilho de escárnio nos olhos.
— Não é assim que funciona, Megan — retrucou, a voz carregada de cinismo. — Se está preocupada de que eu vá machucá-los, fique tranquila. Dei minha palavra a Clóvis: se ele trouxesse você, libertaria sua família. — Ele apontou para o segurança, que permanecia tenso ao lado. — Mas ainda não posso soltá-los. Não vou arriscar que ele corra para contar